quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
BANQUEIROS PROPÕEM “IMPOSTO SOBRE O CAPITAL” E A PROPRIEDADE PRIVADA! (post antigo)
BANQUEIROS PROPÕEM “IMPOSTO SOBRE O CAPITAL” E A PROPRIEDADE PRIVADA!
Vivemos em tempos onde acontece a maior transferência de riqueza dos pobres para os super-ricos. Enquanto os bancos conseguem obter dinheiro criado do nada a 0% de juros, seus cúmplices que trabalham para instituições financeiras transnacionais exigem o confisco da riqueza privada para ajudar a “resolver” o problema crescente da dívida pública que conduziu ao colapso financeiro atual.
Um recente relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), literalmente pede um “imposto sobre o capital” que seja aplicado globalmente para ajudar a resolver “a forte deterioração das finanças públicas em muitos países.” De acordo com o relatório, “um imposto global sobre a riqueza privada seria uma medida excepcional para restaurar a sustentabilidade da dívida.” Em outras palavras, os banqueiros que criaram o problema da dívida não pretendem acabar com a sua fraude e querem que seja o capital privado o que financie as perdas dos Estados.
Os banqueiros que enganam o mundo através da criação de dinheiro, o qual depois e emprestado a países com juros de até 30 por cento e os governos que usam a riqueza criada pelos cidadãos para pagar a dívida, querem que todos acreditemos que esta medida será aplicada apenas uma vez e que “nunca será repetida.”
Segundo o relatorio do FMI, as “condições fiscais para o sucesso são fortes, mas também tem que ser pesadas contra os riscos que presentam as alternativas, incluindo repudiar a dívida ou inflá-la. As taxas de imposto … necessárias para reduzir a dívida pública para níveis pré-crise, por outro lado, são substanciais: Reduzir a dívida aos níveis encontrados no final de 2007 exigirá uma taxa de imposto de 10 por cento sobre a riqueza dos cidadãos “.
A explicação acima descreve um “aumento de impostos sobre a renda e nas vendas que culminaria com a apreensão direta de ativos”, escreve Bill Frezza em Forbes.com . Frezza faz três observações importantes.
Primeiro, a dívida é tão grande que os ricos não tem os recursos suficientes para pagá-la. Ou seja, mesmo que os banqueiros confisquem todo o dinheiro dos ricos, isto não iria resolver o problema da dívida. É importante lembrar que os próprios banqueiros foram quem criaram este problema.
É por isso que os homens do monopólio do dinheiro pretendem confiscar o capital de todos os outros em primeiro lugar, criando mais impostos nos salários, confiscando as pensões e os fundos de aposentadoria, etc. Mais tarde, a intenção é roubar as pessoas que estão em melhor situação a fim de completar o seu plano de implantar a pobreza geral. Em segundo lugar, o confisco de bens de riqueza privada inclui não apenas os salários ou pensões, mas também a propriedade privada.
Os valores obtidos com a venda ou transferência da propriedade privada financiaria diretamente a dívida dos governos até a próxima crise chegar. Este é um processo contínuo, que começou quando as nações cederam seus direitos sobre parques nacionais e áreas de conservação para as organizações internacionais como as Nações Unidas com o objetivo de “conservar o ambiente”.
Uma explicação clara sobre este assunto está contida no âmbito da Agenda 21 e esta claramente explicado no livro The Green Mask – A Mascara Verde.
Em terceiro lugar, se os políticos ou governos se opõem ao confisco da riqueza, como proposto pelo FMI, a instituição e outras como o Banco Mundial e o Bank of International Settlements empregarão uma série de medidas coercivas para forçar os países endividados a cumprir.
A dívida existente é a sua ferramenta para impor as suas políticas nas nações devedoras. Frezza oferece alguns exemplos de planos nefastos de coerção que já foram implementados, tais como os programas de reforma estrutural, o repúdio público da dívida dos governos e o estabelecimento de programas de assistência social para garantir o fracasso das nações que não estão de acordo com seus planos de transferência de riqueza.
Como muitos governos fizeram no passado, por exemplo, EUA, Cuba e Venezuela, os programas do FMI justificam a enorme transferência de riqueza como ferramenta para acabar com a desigualdade social. No entanto, como mostra a prática, esses programas visam promover e levar a pobreza generalizada .
Cobrar impostos dos “ricos” para beneficiar os pobres é uma das maiores fraudes que a humanidade tem visto por duas razões. Uma delas, o projeto de lei fiscal apresentado pelos banqueiros não se aplica aos ricos, mas à classe média; e dois, o dinheiro roubado não será dado aos pobres, mas aos ricos que controlam os nossos governos.
Se o fato acima é difícil de entender, por favor, faça uma pesquisa simples sobre como as empresas pagam ou evitam o pagamento de impostos. Também faça outra pesquisa sobre como as pessoas mais ricas ( George Soros, Bill Gates, Al Gore e seus cúmplices ) acumulam mais riqueza, usando todas as técnicas legais para evitar o pagamento de impostos.
Em uma análise objetiva deve-se incluir a seguinte questão: Se os impostos são necessários para o bem-estar do Estado, por que aqueles que apóiam a tributação não pagam a sua parte? Além disso, por que os ricos pagam menos impostos que os pobres?
A proposta do FMI de confiscar a riqueza foi apresentada enquanto o banco Chase Manhattan anunciou limites para saques de dinheiro e a proíbição de transferências bancárias internacionais, enquanto tenta acalmar os seus clientes dizendo que essas medidas não são nada extraordinário.
Estas restrições não se aplicarão aos muito ricos, é claro. Na verdade, os ricos falam publicamente sobre a facilidade que eles tem para movimentar seu dinheiro sem restrição . “A riqueza financeira é móvel, e conseqüentemente, são as pessoas. Você pode definir diferentes tipos de tributação para diferentes formas de riqueza dependendo da sua mobilidade … o progresso substancial provavelmente exige uma maior cooperação internacional para tornar mais difícil para os mais ricos sonegar impostos colocando recursos em outras lugares. “
É importante dizer que, quando os banqueiros falam de cooperação, eles falam de fazer que as nações permitam a imposição de qualquer tipo de controle que não se aplicassem às suas próprias transações. Quando eles falam de tornar a evasão fiscal mais difícil, os controles serão forçados sobre pessoas de classe baixa, média e os nouveaux riches, não para si mesmos, embora eles são os maiores sonegadores de impostos.
FONTE: http://real-agenda.com
Vivemos em tempos onde acontece a maior transferência de riqueza dos pobres para os super-ricos. Enquanto os bancos conseguem obter dinheiro criado do nada a 0% de juros, seus cúmplices que trabalham para instituições financeiras transnacionais exigem o confisco da riqueza privada para ajudar a “resolver” o problema crescente da dívida pública que conduziu ao colapso financeiro atual.
Um recente relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI), literalmente pede um “imposto sobre o capital” que seja aplicado globalmente para ajudar a resolver “a forte deterioração das finanças públicas em muitos países.” De acordo com o relatório, “um imposto global sobre a riqueza privada seria uma medida excepcional para restaurar a sustentabilidade da dívida.” Em outras palavras, os banqueiros que criaram o problema da dívida não pretendem acabar com a sua fraude e querem que seja o capital privado o que financie as perdas dos Estados.
Os banqueiros que enganam o mundo através da criação de dinheiro, o qual depois e emprestado a países com juros de até 30 por cento e os governos que usam a riqueza criada pelos cidadãos para pagar a dívida, querem que todos acreditemos que esta medida será aplicada apenas uma vez e que “nunca será repetida.”
Segundo o relatorio do FMI, as “condições fiscais para o sucesso são fortes, mas também tem que ser pesadas contra os riscos que presentam as alternativas, incluindo repudiar a dívida ou inflá-la. As taxas de imposto … necessárias para reduzir a dívida pública para níveis pré-crise, por outro lado, são substanciais: Reduzir a dívida aos níveis encontrados no final de 2007 exigirá uma taxa de imposto de 10 por cento sobre a riqueza dos cidadãos “.
A explicação acima descreve um “aumento de impostos sobre a renda e nas vendas que culminaria com a apreensão direta de ativos”, escreve Bill Frezza em Forbes.com . Frezza faz três observações importantes.
Primeiro, a dívida é tão grande que os ricos não tem os recursos suficientes para pagá-la. Ou seja, mesmo que os banqueiros confisquem todo o dinheiro dos ricos, isto não iria resolver o problema da dívida. É importante lembrar que os próprios banqueiros foram quem criaram este problema.
É por isso que os homens do monopólio do dinheiro pretendem confiscar o capital de todos os outros em primeiro lugar, criando mais impostos nos salários, confiscando as pensões e os fundos de aposentadoria, etc. Mais tarde, a intenção é roubar as pessoas que estão em melhor situação a fim de completar o seu plano de implantar a pobreza geral. Em segundo lugar, o confisco de bens de riqueza privada inclui não apenas os salários ou pensões, mas também a propriedade privada.
Os valores obtidos com a venda ou transferência da propriedade privada financiaria diretamente a dívida dos governos até a próxima crise chegar. Este é um processo contínuo, que começou quando as nações cederam seus direitos sobre parques nacionais e áreas de conservação para as organizações internacionais como as Nações Unidas com o objetivo de “conservar o ambiente”.
Uma explicação clara sobre este assunto está contida no âmbito da Agenda 21 e esta claramente explicado no livro The Green Mask – A Mascara Verde.
Em terceiro lugar, se os políticos ou governos se opõem ao confisco da riqueza, como proposto pelo FMI, a instituição e outras como o Banco Mundial e o Bank of International Settlements empregarão uma série de medidas coercivas para forçar os países endividados a cumprir.
A dívida existente é a sua ferramenta para impor as suas políticas nas nações devedoras. Frezza oferece alguns exemplos de planos nefastos de coerção que já foram implementados, tais como os programas de reforma estrutural, o repúdio público da dívida dos governos e o estabelecimento de programas de assistência social para garantir o fracasso das nações que não estão de acordo com seus planos de transferência de riqueza.
Como muitos governos fizeram no passado, por exemplo, EUA, Cuba e Venezuela, os programas do FMI justificam a enorme transferência de riqueza como ferramenta para acabar com a desigualdade social. No entanto, como mostra a prática, esses programas visam promover e levar a pobreza generalizada .
Cobrar impostos dos “ricos” para beneficiar os pobres é uma das maiores fraudes que a humanidade tem visto por duas razões. Uma delas, o projeto de lei fiscal apresentado pelos banqueiros não se aplica aos ricos, mas à classe média; e dois, o dinheiro roubado não será dado aos pobres, mas aos ricos que controlam os nossos governos.
Se o fato acima é difícil de entender, por favor, faça uma pesquisa simples sobre como as empresas pagam ou evitam o pagamento de impostos. Também faça outra pesquisa sobre como as pessoas mais ricas ( George Soros, Bill Gates, Al Gore e seus cúmplices ) acumulam mais riqueza, usando todas as técnicas legais para evitar o pagamento de impostos.
Em uma análise objetiva deve-se incluir a seguinte questão: Se os impostos são necessários para o bem-estar do Estado, por que aqueles que apóiam a tributação não pagam a sua parte? Além disso, por que os ricos pagam menos impostos que os pobres?
A proposta do FMI de confiscar a riqueza foi apresentada enquanto o banco Chase Manhattan anunciou limites para saques de dinheiro e a proíbição de transferências bancárias internacionais, enquanto tenta acalmar os seus clientes dizendo que essas medidas não são nada extraordinário.
Estas restrições não se aplicarão aos muito ricos, é claro. Na verdade, os ricos falam publicamente sobre a facilidade que eles tem para movimentar seu dinheiro sem restrição . “A riqueza financeira é móvel, e conseqüentemente, são as pessoas. Você pode definir diferentes tipos de tributação para diferentes formas de riqueza dependendo da sua mobilidade … o progresso substancial provavelmente exige uma maior cooperação internacional para tornar mais difícil para os mais ricos sonegar impostos colocando recursos em outras lugares. “
É importante dizer que, quando os banqueiros falam de cooperação, eles falam de fazer que as nações permitam a imposição de qualquer tipo de controle que não se aplicassem às suas próprias transações. Quando eles falam de tornar a evasão fiscal mais difícil, os controles serão forçados sobre pessoas de classe baixa, média e os nouveaux riches, não para si mesmos, embora eles são os maiores sonegadores de impostos.
FONTE: http://real-agenda.com
EU NÃO SOU RICO, SOU TRABALHADOR.
"Ceci n'est pas un riche
Quando se trata de taxar grandes fortunas os analistas tornam-se filosóficos: mas o que é um rico?, perguntam.
O recente debate sobre política fiscal é tão interessante quanto intrincado. Pergunta-se: quem tem mais deve contribuir mais?
Eis um daqueles dilemas de solução impossível. Tirando o sentido de justiça e o mais elementar bom senso, não há nada que nos ajude a tomar uma posição definitiva.
Devem os ricos pagar mais impostos do que os outros? É uma questão complexa. Arrebanhar metade do 13.º mês acima do salário mínimo é incontroverso, mas quando se trata de taxar grandes fortunas os analistas tornam-se filosóficos: mas o que é um rico?, perguntam.
Parece tratar-se de um conceito vago e populista, comentam, com admirável prudência intelectual. Fazia falta um destes analistas no versículo 24 do capítulo 19 do Evangelho segundo São Mateus. Quando Jesus dissesse que é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus, o analista havia de contrapor: "Mas, Senhor, o que raio é um rico? Abstende-vos de usar conceitos vagos e populistas." No entanto, Jesus Cristo, talvez por ser filho de quem é, pode dizer o que lhe apetece sem ser acusado de demagogia. Uma sorte que Jerónimo de Sousa não tem.
Na verdade, os analistas têm razão. A riqueza é um conceito vago.
Tão vago que o homem mais rico de Portugal conseguiu dizer esta semana que não era rico. Ora, se o homem mais rico de Portugal não é rico, isso significa que em Portugal não há ricos, o que inviabiliza a criação de um imposto especial para eles. É impossível taxar quem não existe, como a direção-geral de impostos bem sabe - até porque já tentou.
Toda a gente conhece aquele poema do António Gedeão sobre Filipe II: o rei era riquíssimo (passe a imprecisão e o populismo) e tinha tudo. Ouro, prata, pedras preciosas. O que ele não tinha, diz o último verso, era um fecho éclair. Américo Amorim tem tudo, incluindo um fecho éclair. Talvez não tenha vergonha, mas também vem a calhar: nem criando um imposto sobre a vergonha o apanham.
Américo Amorim constitui, por isso, um mistério tanto para a fiscalidade como para a teologia. Sendo o homem mais rico de Portugal, talvez não entre no reino de Deus. No entanto, na qualidade de pobre de espírito, tem entrada garantida."
Ricardo Araújo Pereira
Recentemente foi notícia que Américo Amorim arranjou um "tacho" milionário na Galp, à sua filha!
Realmente, isto não é notícia! Andamos quase à dois séculos com este tipo de situações a ocorrerem em Portugal e o jornal Público considera esta normalidade uma notícia.
Andamos muitas vezes a gritar bem alto, os exemplos são quase diários, mas geralmente isso não incomoda. Eles repetem o velho ditado árabe,"os cães ladram e a caravana passa". E têm passado ao longo de todo este tempo.
Começou na Monarquia, passou pela Republica, prosseguiu com o Estado Novo e após um pequeno percalço, após o 25 de Abril, solidificou a sua posição na nossa pseudo-democracia. É curioso saber que mesmo no período a seguir à Revolução, alguns Donos de Portugal que rumaram ao exílio, deixaram para trás "capatazes" que se disfarçaram de acérrimos revolucionários, mas que na verdade, mal tiveram oportunidade, colocaram no terreno as condições propícias ao regresso triunfante dos seus patrões. Ainda por cima, vieram armados em vítimas espoliadas e foram indemnizados pelo Estado!
Os "fantoches" que foram ocupando a cadeira do poder em São Bento, sempre tiveram que prestar vassalagem a estas famílias e não tenhamos ilusões de que assim irá perdurar. Sempre manietados discretamente, através de uma rede de contactos bem posicionados no terreno, de forma a nunca estarem envolvidos em percalços, que ás vezes acontecem. Têm aversão a escândalos.
Governo prossegue a protecção aos mais ricos.
ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/12/americo-amorim-os-tachos-e-os-favores
Quando se trata de taxar grandes fortunas os analistas tornam-se filosóficos: mas o que é um rico?, perguntam.
O recente debate sobre política fiscal é tão interessante quanto intrincado. Pergunta-se: quem tem mais deve contribuir mais?
Eis um daqueles dilemas de solução impossível. Tirando o sentido de justiça e o mais elementar bom senso, não há nada que nos ajude a tomar uma posição definitiva.
Devem os ricos pagar mais impostos do que os outros? É uma questão complexa. Arrebanhar metade do 13.º mês acima do salário mínimo é incontroverso, mas quando se trata de taxar grandes fortunas os analistas tornam-se filosóficos: mas o que é um rico?, perguntam.
Parece tratar-se de um conceito vago e populista, comentam, com admirável prudência intelectual. Fazia falta um destes analistas no versículo 24 do capítulo 19 do Evangelho segundo São Mateus. Quando Jesus dissesse que é mais fácil um camelo entrar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus, o analista havia de contrapor: "Mas, Senhor, o que raio é um rico? Abstende-vos de usar conceitos vagos e populistas." No entanto, Jesus Cristo, talvez por ser filho de quem é, pode dizer o que lhe apetece sem ser acusado de demagogia. Uma sorte que Jerónimo de Sousa não tem.
Na verdade, os analistas têm razão. A riqueza é um conceito vago.
Tão vago que o homem mais rico de Portugal conseguiu dizer esta semana que não era rico. Ora, se o homem mais rico de Portugal não é rico, isso significa que em Portugal não há ricos, o que inviabiliza a criação de um imposto especial para eles. É impossível taxar quem não existe, como a direção-geral de impostos bem sabe - até porque já tentou.
Toda a gente conhece aquele poema do António Gedeão sobre Filipe II: o rei era riquíssimo (passe a imprecisão e o populismo) e tinha tudo. Ouro, prata, pedras preciosas. O que ele não tinha, diz o último verso, era um fecho éclair. Américo Amorim tem tudo, incluindo um fecho éclair. Talvez não tenha vergonha, mas também vem a calhar: nem criando um imposto sobre a vergonha o apanham.
Américo Amorim constitui, por isso, um mistério tanto para a fiscalidade como para a teologia. Sendo o homem mais rico de Portugal, talvez não entre no reino de Deus. No entanto, na qualidade de pobre de espírito, tem entrada garantida."
Ricardo Araújo Pereira
Recentemente foi notícia que Américo Amorim arranjou um "tacho" milionário na Galp, à sua filha!
Realmente, isto não é notícia! Andamos quase à dois séculos com este tipo de situações a ocorrerem em Portugal e o jornal Público considera esta normalidade uma notícia.
Andamos muitas vezes a gritar bem alto, os exemplos são quase diários, mas geralmente isso não incomoda. Eles repetem o velho ditado árabe,"os cães ladram e a caravana passa". E têm passado ao longo de todo este tempo.
Começou na Monarquia, passou pela Republica, prosseguiu com o Estado Novo e após um pequeno percalço, após o 25 de Abril, solidificou a sua posição na nossa pseudo-democracia. É curioso saber que mesmo no período a seguir à Revolução, alguns Donos de Portugal que rumaram ao exílio, deixaram para trás "capatazes" que se disfarçaram de acérrimos revolucionários, mas que na verdade, mal tiveram oportunidade, colocaram no terreno as condições propícias ao regresso triunfante dos seus patrões. Ainda por cima, vieram armados em vítimas espoliadas e foram indemnizados pelo Estado!
Os "fantoches" que foram ocupando a cadeira do poder em São Bento, sempre tiveram que prestar vassalagem a estas famílias e não tenhamos ilusões de que assim irá perdurar. Sempre manietados discretamente, através de uma rede de contactos bem posicionados no terreno, de forma a nunca estarem envolvidos em percalços, que ás vezes acontecem. Têm aversão a escândalos.
Governo prossegue a protecção aos mais ricos.
ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/12/americo-amorim-os-tachos-e-os-favores
MENSAGEM DE UM VERDADEIRO AMIGO PARA BARACK OBAMA
MENSAGEM DE UM VERDADEIRO AMIGO PARA BARACK OBAMA
Caso o senhor venha realmente ao nosso País, cobre moralidade e respeito antes de mais nada.O senhor estará entrando num covil de bandidos que, infelizmente, odeiam o americanismo e o País que o Sr. representa. Estará cercado de pessoas falsas e hipócritas, mas creio que o Sr. sabe disso melhor do que eu. Eles prefeririam estar abraçando Hugo Chavez ou Fidel ou ainda Ahmadinejad. Não é o povo que lhe odeia, apenas os que irão lhe apertar a mão e oferecer falsos e hipócritas sorrisos.
Nossa pobreza é vergonhosa, há muito poderia ter sido solucionada, mas existem interesses em manter o povo pobre e sem instrução. Isso, em nosso País gera votos.E o dinheiro para solucionar a nossa miséria, é repartido em mensalões e desviado em cuecas e outras falcatruas.
Temos um mal disfarçado apartheid por aqui, basta olhar para os morros do Rio de Janeiro, a cidade "maravilhosa".Este, Sr. Obama, é o verdadeiro Brasil, um País que possivelmente não lhe será mostrado.
De minha parte, caso o Sr. realmente venha, o Sr. é bem vindo, e se eu pudesse sorrir para o senhor, seria um sorriso de verdaderio amigo.(Siegmar)
CEM REAIS DE UM POBRE E CEM REAIS DE UM RICO... VEJA!
Se um correntista tivesse depositado R$ 100,00 (Cem Reais) na poupança em qualquer banco, dia 1º de julho de 1994 (data de lançamento do Real), teria hoje na conta R$ 374,00 (Trezentos e Setenta e Quatro Reais). Se esse mesmo correntista tivesse sacado R$ 100,00 (Cem Reais) no Cheque Especial, na mesma data, teria hoje uma dívida de R$139.259,00 (Cento e Trinta e Nove Mil e Duzentos Cinquenta e Nove Reais) no mesmo banco. Ou seja: se tivesse usado R$ 100,00 do Cheque Especial hoje estaria devendo o equivalente a nove carros populares. Já com o valor da poupança conseguiria comprar apenas dois pneus. Não é à toa que o Bradesco teve em torno de R$ 2.000.000.000,00 (Dois Bilhões de Reais) de lucro liquido somente no 1º semestre de 2013, seguido de perto pelo Itaú. Dá para comprar um outro banco por semestre! Campanha pela Reforma Tributária e Financeira no Brasil, já!
CONVOCAÇÃO PARA TODOS OS MOVIMENTOS DO BRASIL!
UM MUTIRÃO PARA UM BRASIL MAIS JUSTO!
ATENÇÃO TODOS OS MOVIMENTOS DE TODAS AS CAPITAIS BRASILEIRAS, PRECISAMOS ENTRAR EM CONTATO COM ORGANIZAÇÃO E RESPEITO PARA ADQUIRIMOS RESPEITO.PARE! DE TANTA BRINCADEIRAS, IMPUNIDADES, ENGANAÇÕES, POIS TEMOS NOSSOS DIREITOS FERIDOS FAZ MUITO TEMPO, SÓ QUEREMOS JUSTIÇA! NÃO NOS INCOMODAMOS COM NINGUÉM NEM "A" NEM "B" APENAS OS IRRESPONSÁVEIS PELO BRASIL TOME VERGONHA E FAÇA ALGO PARA MELHORAR
UM POUCO A VIDA DOS TRABALHADORES BRASILEIROS, DAS CRIANÇAS, DAS MULHERES.... ETC....
VAMOS MONTAR EM CIMA DE NOSSAS ESPERANÇAS COM A PAZ PARA O FUTURO PODER VOAR NAS ASAS DA VITORIA, PARA NOSSOS FILHOS, NETOS E OS BRASILEIROS EM GERAL.
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